quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O que esperar do mercado de trabalho em 2012?

Em um ano de eleições e preparação para Copa, especialistas garantem: não vai faltar emprego em 2012       

Yngrid Paixão, redação - Empregos.com.br
2012 será um ano de muitos acontecimentos, muitas realizações e é claro que isso reflete, e muito, no mercado de trabalho. Algumas áreas vão ter maior movimentação enquanto outras terão queda. Há quem diga que teremos um ano pouco produtivo, mas a maioria aposta em um ano com muitas conquistas para o mercado.

Eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas e até os campeonatos de UFC, que estão em alta, movimentam os setores como o Turismo e a Hotelaria. A Construção Civil e a Arquitetura também, devido aos investimentos que estão sendo feitos para esses eventos. O setor de Logística também terá alta por conta desses eventos.

Finanças e Contabilidade serão áreas muito requisitadas nesse ano devido aos grandes investimentos e contratações - isso também terá reflexo no setor de Recursos Humanos.

Em 2012 teremos eleições municipais que gera um grande movimento no cenário mercadológico, como afirma o especialista em carreiras e sócio-fundador da Alliance Coaching, Sílvio Celestino “Este é um ano eleitoral e, portanto, o governo deverá fazer de tudo para que qualquer ação possa amenizar a crise ou retardar seus efeitos para depois da eleição, que ocorre em novembro e dezembro. Sendo assim, devemos ter um ano de muitos investimentos no setor público”.

Não podemos deixar de destacar o grande crescimento da tecnologia. Cada dia mais pessoas estão envolvidas no mundo virtual e mais inovações vêm chegando, o que gera movimento em todos os setores dessa área como Web design, Tecnologia da informação e também no setor de Telecomunicações e de Software.

A crise financeira internacional também é uma forte candidata a contribuir para a instabilidade do mercado. “Os bancos estrangeiros deverão demitir em larga escala. Portanto, os profissionais nos mercados financeiros devem esperar tempos difíceis para 2012. Novos profissionais também devem ver esse setor com restrições para a próxima década” comenta Celestino.

Muita coisa está para acontecer. É preciso ficar atento às novidades para conseguir um bom espaço profissional.

DICA

Para ajudar a desenvolver sua carreira profissional em 2012 a coach Malu Monteiro da Sociedade Brasileira de Coaching dá uma dica muito interessante: “Aconselho que a pessoa acompanhe a carreira e o cenário profissional em que está inserida, principalmente na sua região. Isso possibilita a busca do sucesso e traz uma cadeia de oportunidades. É muito importante ter conhecimento sobre a área escolhida, até mesmo antes de se inserir, através das pessoas do seu meio, das redes sociais e até da TV. Isso faz toda a diferença”.


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Saindo da zona de conforto...

Uma das frases mais típicas no meu consultório é: “não entendo porque tenho tanta dificuldade em sair da minha zona de conforto”. É impressionante como o ser humano tem resistência em se atirar no novo, no inusitado, na aventura.
"De vez em quando é preciso subir num galho perigoso, porque é lá que estão as frutas"
Will Rogers

Vou lhe dar 7 motivos para sair da zona de conforto:

1º. A incerteza é um fato da vida, temos que estar preparados para as diversidades que a vida no apresenta.

2º. Podemos nos permitir correr riscos positivos em busca do crescimento pessoal e profissional, não me refiro aqui a riscos mal calculados e impulsos sem bom senso.

3º.Temos que estar preparados, a nossa vida não é sempre um mar de rosas, muitas situações, pessoas, circunstâncias podem ocorrer e mudar tudo, de uma hora pra outra  e se você não estiver preparado pode simplesmente congelar, ficar inerte.

4º. Não podemos ter garantia de absolutamente nada, todo mundo é capaz de fazer qualquer coisa.

5º. Cada um de nós nasce com inúmeros talentos, temos que exercita-los, experimentar coisas novas, descobrir e se redescobrir, mas só agindo. Desde criança muitos de nós fomos reprimidos e ainda hoje como adultos sem perceber nos reprimimos e pior culpamos os outros por nossa infelicidade.

6º. Nem tudo é como a gente gostaria que fosse, mas só saindo da zona de conforto temos a grande oportunidade de aprimorar e crescer podemos aprender a apreciar novas coisas, posturas e formas de pensar.

7º. e mais interessante motivo, é simplesmente para que a sua vida se torne mais interessante e lúdica, para que você encontre  a pessoa extraordinária que você é.

Rosângela Casseano é Psicóloga, Hipnoterapeuta, Master em PNL e Personal Coach
www.sucessoecarreira.com.br

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

"Burnout": a síndrome do desânimo no trabalho

Tatiana Pronin
Editora do UOL Ciência e Saúde

Todo mundo tem seu dia ruim de trabalho. Já quando o estado de insatisfação e fadiga é crônico e as tarefas que antes pareciam simples viram um fardo, é possível que o diagnóstico seja a síndrome do esgotamento profissional, ou "burnout".

Estima-se que 30% dos trabalhadores brasileiros sejam portadores da síndrome, que foi tema central do 8º Congresso da Isma-Br (International Stress Management Association), realizado esta semana em Porto Alegre (RS).

Exaustão física e mental, apatia e falta de perspectivas no trabalho podem ser sintomas da síndrome do "burnout"

TESTE: SAIBA SE VOCÊ SOFRE DE ESTRESSE POR CAUSA DO TRABALHO

O termo "burnout" deriva da expressão em inglês que significa queimar-se. Ou seja, quem sofre do problema é consumido pelo esgotamento. Batizada pelo psicanalista americano Herbert Freudenberger, no início dos anos 70, a síndrome tem como sintomas a exaustão física e mental, a falta de perspectivas (que muitas vezes se traduz como cinismo) e a ineficiência no trabalho.

"A pessoa não falta, porque não quer perder o emprego, mas fica mentalmente ausente", descreve a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da Isma-Br. É o que os especialistas chamam de "presenteísmo", fenômeno que causa mais prejuízos para a empresa do que o absenteísmo.

Pessoas que trabalham com a proteção de pessoas ou bens, como policiais, bombeiros e seguranças particulares, são as principais vítimas de esgotamento profissional, segundo a associação. Em segundo lugar, aparecem os motoristas de ônibus urbanos, pelo caráter repetitivo do trabalho, a pressão do tempo e o trânsito. Em terceiro, bancários e controladores de vôo, seguidos por executivos, profissionais de saúde e funcionários de call centers, nessa ordem. Por último, há uma categoria ampla: gente que é obrigada a trabalhar fora de sua área de atuação.

O QUE ESTRESSA HOMENS E MULHERES (FONTE: ISMA-BR)

    HOMENS                                                            MULHERES

1º) Incerteza                                                    1º) Sobrecarga de trabalho

2º) Estresse interpessoal                                  2º) Incerteza

3º) Falta de controle                                         3º) Falta de controle

4º) Sobrecarga de trabalho                               4º) Incapacidade de administrar o tempo

5º) Incapacidade de administrar o tempo           5º) Estresse interpessoal

Homens e mulheres

O estresse e o "burnout" não escolhem sexo, embora as mulheres sejam mais propensas a procurar ajuda antes, como explica Rossi. Segundo um estudo realizado com 900 profissionais (metade de cada sexo) e apresentado no congresso, as fontes de esgotamento físico e mental no trabalho são as mesmas para eles e elas, só ocupam posições diferentes.

Entre os homens, a incerteza em relação ao futuro é o aspecto mais difícil de se lidar. Já para as mulheres, é a sobrecarga de trabalho a principal causa de estresse, já que, muitas vezes, elas acumulam ainda as tarefas de mãe e donas-de-casa. A dificuldade em lidar com outras pessoas já tem um impacto menor para as mulheres, enquanto que, para os homens, é o segundo principal fator de desgaste. A falta de controle sobre a carga de trabalho é o único item que tem o mesmo peso para ambos os sexos.

Saídas
Para vencer o "burnout", a saída é buscar ajuda de um terapeuta e encontrar novas estratégias para lidar o excesso de demandas, já que nem sempre é possível trocar de emprego.

Para outro palestrante do congresso, o professor de saúde pública Brian Oldenburg, da Universidade Monash, em Melbourne, na Austrália, as empresas podem e devem participar do processo. Segundo ele, 60% das pessoas que sofrem de ansiedade ou depressão continuam trabalhando, por medo de perder o emprego. "Se o problema fosse detectado a tempo, todos sairiam ganhando", diz.

Para ele, a prevenção do estresse e do "burnout" envolve uma mudança profunda nos ambientes de trabalho, com iniciativas que vão muito além dos programas antiestresse. "Não adianta abrir uma academia ou uma 'sala de descompressão' na empresa, se não houver abordagem individual e adaptada à cultura de cada organização", defende.

O "burnout" pode se manifestar de formas variadas, mas alguns dos sintomas abaixo, em conjunto, podem ser indício da síndrome:
- desinteresse e apatia crônicos;
- sintomas gerais de estresse, como fadiga física e mental, dores de cabeça, problemas gástricos e mal-estar;
- perda do rendimento no trabalho;
- irritabilidade;
- falta de concentração;
- baixa auto-estima;
- despersonalização;
- falta de perspectivas em relação ao futuro;
- sensação de que a gratificação no trabalho não condiz com os esforços realizados;
- abuso de álcool, drogas, tabaco ou cafeína;
- cinismo e impaciência com os outros.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Empregabilidade

Cada vez mais é sabido por todos o alto índice de exigência do mercado de trabalho na hora de contratar os profissionais é justamente por conta disso que nasceu o termo empregabilidade, portanto para ser inserido no mercado de trabalho é importante que o profissional tenha consciência de suas verdadeiras competências e habilidades.


Não basta só ter um diploma de curso superior e especialização, o profissional moderno e atual busca constante renovação de conhecimento e informação, ele se conhece emocionalmente, tem coragem de aprofundar em suas reais dificuldades, busca ajuda, busca equilíbrio.

Empregabilidade significa em termos simples, gerar a possibilidade de trabalho, ou seja, criar condições para si próprio de empregar-se e ganhar.

Para Minarelli (1995), os seis pilares que sustentam a empregabilidade são: a adequação vocacional, competência profissional, idoneidade, saúde física e mental, reserva financeira e fontes alternativas de relacionamentos. Com o desenvolvimento dessas competências a pessoa se sente mais segura, mais confiante, rendendo melhor condições de uma vida profissional com qualidade.

Rosângela Casseano é Psicóloga, Hipnoterapeuta, Master em PNL e Personal Coach
www.sucessoecarreira.com.br